segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Murmúrios em desnorte.

Nos murmúrios da minha alma em desnorte
Onde a sombra da solidão gélida, permanece
À minha volta as árvores desnudas sem sorte
Reflexos de um gélido momento, que esvaece
.
Loucos. Os sentimentos que não me libertam
Não trazem calor à minha alma, que vagueia
No meio do nada, apenas tristezas despertam
Palavras de outrora, o meu pensamento receia
.
Tristes são os momentos em duras recordações
Quando existe frio invadindo a alma, são lições
Mesmo que o coração não aceite a contradição
.
Neste desnorte que sinto, não deixarei de amar
São gélidos os momentos que me fazem chorar
Sufocados murmúrios onde és a minha perdição.

--

Autora: Larissa Santos

39 comentários:

  1. a passar por cá para conhecer mais um bonito poema!

    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

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  2. Passei, não para brincar com as palavras porque não me ensinaram, mas para desejar uma ótima semana e deixar o meu abraço.
    Mais uma vez foi um prazer ter passado neste Blogue.

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  3. A mágoa. Aquilo que o amor deseja e não acontece. Tudo neste belo soneto.
    Uma boa semana.
    Um beijo.

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  4. Belo soneto. Belo momento lírico, cara Larissa. Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas um bom dia, uma boa semana, um bom ano e uma boa vida.

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  5. Perder-se para se encontrar! Ótimos poemas tens por cá.

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  6. Muito belo, porém melancólico!!
    Amei

    Beijo e uma excelente semana

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  7. Larissa,
    Excluí sem querer a postagem, fiz outra
    Desculpa
    Lua Singular

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  8. Belo e melancólico, como disse a Sra. Cidália!!!

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  9. Larissa
    muita nostalgia num soneto bem construído
    boa semana.
    beijo
    :)

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  10. Porque, você está aí brincando,
    essas sábias palavras escrevendo
    enquanto para elas aqui estou olhando
    com imensa satisfação as estou lendo
    nos seus lindos olhos me encandeando!

    Tenhas uma boa tarde cara amiga poetisa Larissa Santos. Beijinhos,

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  11. Hummm. Muito bonito! :)))

    Beijos molhados

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  12. Abolindo as fronteiras do tempo com uma forma lírica tradicional. Gostei, Larissa!
    Um abraço,

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  13. A nostalgia em palavras sentidas
    Adormecem um coração que ama
    São como frases prometidas
    Nunca chegadas nem vividas
    Deixando a alma em chama
    .
    Se se sofre por antecipação
    Quando as árvores estão nuas
    Surge a força do coração
    Esse amor cheio de paixão
    Que sobressai das palavras tuas.
    .
    Beijinho Larissa.
    Amei o teu poema, o qual, parecendo melancólico, será certamente a voz do que sente o teu coração.

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  14. Linda forma de expressar essas contradições que o coração chora, e em ruinas dói querendo apenas um descanso. Não existe geleira capaz de congelar um coração que mesmo em runas se reconstrói aos poucos se tornando indestrutível quando volta a pulsar um amor correspondido. São estações que temos que viver e superar.

    Beijos

    Wellington Maia

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  15. Se deixarmos de amar perde-se muito!
    Gostei de ler...bj

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  16. Há momentos em que a nossa alma vagueia, perdida, no emaranhado que são os nossos sentimentos e as nossas emoções.
    Belíssimo poema!

    r: Sim, isso também é verdade. Sempre adorei fazê-lo e faço questão de manter esse hábito :)

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  17. Larissa, inicias a semana com um belo poema! :) Beijinhos
    --
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  18. Tão triste, sofrido, saudoso e belo.
    Boa semana Larissa.
    Beijinhos
    Maria de
    Divagar Sobre Tudo um Pouco

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  19. Um soneto muito triste, muito sofrido.
    Um dia levo-a para a galeria de A mulher e a poesia, Larissa.
    Um abraço e boa semana

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    Respostas
    1. Boa noite querida Elvira Carvalho. Pode levar, se gosta, fico feliz. Obrigada

      Bjos

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  20. a foto é mt bonita assim como o poema parabens bjs

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  21. Bom voltar de férias e já encontrar sua visita.
    Murmúrios, murmúrios.

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  22. Oi Larissa,

    A poesia é triste, mas linda
    Continue assim...
    Beijos
    Lua Singular

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  23. Fantástico, maravilhoso poema muito bem conseguido. Triste, mas gostei muito.

    Beijo doce

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  24. Não, Larissa, não ando. Vocês é que, racional e inteligentemente, abrandaram a compulsividade das publicações no vosso blogue. Começaram por postar, agradecer e responder aqui, diariamente. Humanamente, quase impossível. Perceberam, depois, que isso é mto cansativo e desgastante, tanto para vocês, qto para o assunto a escrever. Ontem, não houve post, creio. Acho bem! É domingo, dia de descanso.

    Sempre que publicam, sei qual a temática, visto que escrevem nos comentários, que deixam nos blogues, o título, enorme, em minha opinião, e assim fico sabendo do assunto. Uns, levam-me até vós, outros, afastam-me. Irão perceber como o tempo que essa "tática" não é a mais apelativa, mas o blogue é inteiramente vosso, entenda-se!

    Um soneto triste, onde os murmúrios da alma se fazem sentir, onde o ambiente se alia ao estado de espírito e tudo entra em desnorte, mas não há mal, que dure para sempre.

    O coração não sabe entender esses sintomas e continua amando, sofrendo e chorando. Cabe à razão, então, pôr ponto de ordem à mesa (risos).

    Uma composição poética, satisfatoriamente, conseguida, em minha opinião.

    Beijos e dias felizes.

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  25. Diga o que quiser, sinta o que quiser, chore pelo que quiser, recorde o que quiser. E amo muito! ;)

    Beijos!

    https://ludantasmusica.blogspot.com.br

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  26. Nostálgico mas mt belo. Parabens bjokas

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  27. Sentimentos não correspondidos... tristeza e solidão... muitíssimo bem descritos, neste belo poema... adorei, Larissa!
    E adorando ler os vossos trabalhos, ao som deste som maravilhoso escolhido por vocês...
    Finalmente conseguindo passar por aqui, com algum tempo, para apreciar devidamente, os vossos trabalhos, o que não consegui nestas últimas semanas... sendo assim, vou espreitar, o que andei perdendo, por aqui...
    Beijinho! Feliz semana!
    Ana

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  28. Há um frio gelado percorrendo o soneto que nos deixa
    arrepiadas a pele e alma, mas solidarizados com a
    imensa agonia de eu poético.
    Muito bom Larissa.
    Saudações poéticas
    ~~~~

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  29. Há um frio gelado percorrendo o soneto que nos deixa
    arrepiadas a pele e alma, mas solidarizados com a
    imensa agonia de eu poético.
    Muito bom Larissa.
    Saudações poéticas
    ~~~~

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